quarta-feira, 29 de janeiro de 2014




2014 ANO DA SANTIFICAÇÃO
                        LEVANDO DEUS A SÉRIO                 

SANTIFICAÇÃO é algo que deve ser levado a sério.
SANTIFICAÇÃO é uma exigência do próprio Deus.
“Sedes santos porque eu sou santo”
A Bíblia sagrada nos diz também que sem santificação ninguém verá o Senhor.
Isto nos faz lembrar que Jesus prometeu ir e preparar lugar para vir buscar-nos afim de que onde Ele estivesse poderíamos esta com Ele.
No entanto, Ele nos exortou dizendo que muitas coisas aconteceriam antes da sua volta. Ele chegou até a descrever os sinais que ocorreriam, na terra, no céu, no mar, no ar, na Igreja, na família, entre os Judeus e entre as nações.
Tudo isto está se cumprindo tal qual foi predito por Jesus., muitos não levam a sério a santificação, porque não acreditam na volta de Jesus.
Mas nós que acreditamos, precisamos tirar no meio de nós os deuses estranhos. Idolatria é algo que Deus abomina.
Precisamos trocar as nossas vestes. Não vamos agir como o homem da parábola das bodas que não trocou as suas vestes, não importa se é de uma grife famosa ou não, a ordem é trocar as nossa vestes por vestes de justiça, vestes de louvor, que tanto agradam ao Senhor.
a santificação é também um processo que começa de dentro para fora, este processo é continuo e é necessário que cada um de nós participe dele. Temos que nos esforçar em Deus, pagando o preço do jejum, da oração, da consagração, da obediência, da renuncia e da meditação na palavra de Deus.
É certo que a santificação é uma ação divina que ocorre pelo agir do Espírito Santo ou pela ação da palavra de Deus, mas cada um de nós precisa fazer a sua parte, lembra-se santificar é preciso.
           


Pastor José Mario da Silva


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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Seu Casamento hoje. É sabor de fel (Amargura) ou Sabor de mel (Felicidade Pura)
Hebreus 12:15 diz: “Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”.
Amargura são sentimentos amargos (angústia, dor, ressentimento, frustração, desencorajamento, sentimento de culpa, inveja, ciúme, falta de esperança) em relação a alguém, que produz em nós perturbação. A amargura tira nossa paz, traz transtornos a nossa vida, faz muitas pessoas perder o juízo e com isso muitas vezes dar fim a própria vida. A amargura também desfaz relacionamentos, por causa da dificuldade de perdoar e que as vezes nos levam a contaminar ou contagiar outros em relação aquela pessoa, que nos ofendeu ou decepcionou. Uma pessoa amargurada perde o prazer de viver, atrai para si tudo o que é amargo e acaba afetando a própria saúde. Uma pessoa amargurada, além de se prejudicar, de ficar impedida de receber as bênçãos do Senhor, acaba corrompendo os outros a sua volta. Torna-se uma pessoa de difícil convivência e perde muitas oportunidades de ser feliz.
 A Raiz de Amargura nos familiares
A raiz de amargura no relacionamento familiar surge com o passar do tempo, em conseqüências de conflitos ou problemas acontecidos entre os familiares e que não foram resolvidos.  “A esperança quer se adia faz adoecer o coração”. Pv 13.12
O grande problema da raiz de amargura é que muitas vezes ela não é percebida, nem por quem a sofre, nem pelas pessoas que estiveram envolvidas com o deu aparecimento.
 “O coração conhece a sua própria amargura”. Pv 14.10
Ela produz na vida dessas pessoas tantos malefícios, que podem muitas vezes quebrar o relacionamento dos envolvidos, produzindo até a separação.
A Amargura de Ana
-Ana tornou-se amargurada quando descobriu que era estéril. Não podia ter filhos. Esta amargura cresceu, quando Ana viu Elcana seu marido, casar-se também com Penina e trazê-la para dentro de casa, para ver se ela lhe dava filhos. Ana ficou mais amargurada ainda, quando Penina teve o primeiro filho. E a cada filho que Penina tinha, a amargura de Ana aumentava. O ambiente em que Ana vivia agora servia para amargura-lá ainda mais. Penina a irritava, a humilhava e zombava dela o tempo todo. Ana se sentia um a inútil, um trapo humano. Ficou tão amargurada, que se fechou totalmente. Ela perdeu o prazer de viver. Não tinha apetite e por isso não comia. Não tinha esperança e por isso o seu semblante tornou-se triste. Nem o amor do marido e os presentes que ele lhe dava, alegrava o seu coração. Esta situação permaneceu por um bom tempo.
A Amargura de Noemi

A amargura de Noemi começa quando ela é obrigada deixar Belém, sua cidade natal.  Longe de tudo e de todos Noemi se vê em uma terra estranha e as coisas para ela começam a acontecer ao contrário do que ela sonhava para sua família. O coração dela aperta quando os filhos se casaram com moças moabitas eram boas moças, porém, não eram judias. A desgraça continuou batendo à porta de Noemi, quando morre o seu marido e em seguida os seus dois filhos. E para piorar a situação, não lhes deixaram netos. Noemi se vê só, com as suas noras. Estava sem saber o que fazer da vida, quando recebeu a notícia de que lá em Belém havia fartura de pão. Ela decide voltar. E isto a deixa mais amargurada ainda. Noemi está tão amargurada, que quer que a chamem de Mara, que significa amargura. As recordações vêm a sua mente e ela se lembra que ao sair de Belém em companhia de seu marido e seus filhos levava alguma coisa. Agora volta sem marido, sem filhos. Enfim, sem nada. A sensação que ela tem é que o Deus Todo Poderoso a havia castigado.